O catálogo
14 apps. Nenhum igual ao outro.
Jogos, ferramentas e um dialeto de mahjong bem específico. Cada um é a coisa inteira: nada aqui é demo de algo maior.
Entregue à correnteza o que você carrega e solte. Anônimo, de mão única, somente leitura.
Salteie com o iPhone e depois responda a um tribunal por heresia culinária.
Um teleprompter para DJs e locutores. O modelo de linguagem vem dentro do app e roda no seu Mac.
Calcula corretamente o dialeto de Tianjin — um conjunto de regras que quase nenhum software suporta.
Provas de kung fu medidas por movimento e duelos passando o aparelho. Tudo é pontuado no próprio aparelho.
Dirija um elenco de atores de IA e, ao cair o pano, exporte a sessão inteira como romance.
As vidas notáveis que terminaram no dia em que a sua começou. 569 mil registros, tudo offline.
Códigos de cores, largura de trilha, queda de tensão e divisores — rápido, offline, na bancada.
Um memorial silencioso para um bicho que se foi. Escolha o dia da despedida e veja o quanto a luz já viajou desde então.
Todo dia uma nova paisagem chinesa, derivada dos antigos tratados de pintura e não de uma rede neural. Você decide onde ficam as montanhas; o pincel não é seu.
Um trio de jazz numa sala pequena — cada nota é escrita no seu telefone, no instante em que é tocada. Sem gravações, sem streaming, sem conexão.
O filme é mudo. Você não. Faça cada gole, pisada e batida com a sua voz e veja tudo tocar junto com o filme.
Grave um ensaio e reveja os momentos em que sua voz ou postura mudou. Sinais, não veredictos.
Ao abrir, o caractere do dia já está no papel, impresso em vermelhão claro como nos cadernos de modelos há séculos. Você o decalca, assina, aplica o seu selo e leva a peça.
Tem mais a caminho
Sempre há algo inacabado na bancada. Apps novos aparecem aqui quando saem — sem roadmap, sem lista de espera, sem deixar e-mail.